Companhias americanas tais como John Deere, Case-IH e outras estão representadas, como são multinacionais, com nomes brasileiros e europeus. Enquanto a maioria dos implementos e os equipamentos vendidos são manufaturados ou montados no Brasil, poucas máquinas tais como colhedeiras de algodão de último modelo e alguns modelos de máquinas conjugadas de fluxo axial para grãos são importadas dos Estados Unidos.
Os grandes produtores de cereais da América do Norte e do Sul da África se sentem completamente em casa com o maquinário da fazenda, com os serviços de distribuição e os equipamentos do Oeste da Bahia. Em geral, o maquinário da fazenda é freqüentemente idêntico às máquinas usadas na América do Norte. Por exemplo, o mais popular centro de sistema de pivô de irrigação é idêntico àquele dos Estados Unidos. Talvez a maior diferença é que as instruções de operação estão algumas vezes em Português do que em Inglês.
A maioria dos equipamentos de fazenda vendidos no Oeste da Bahia é vendido à crédito fornecido pelas companhias de maquinários. As taxas de juros estão +/- em 10 por cento, com 10 por cento abaixo e o reembolso acima de 4 ou 5 anos. O financiamento é tipicamente na moeda brasileira, o Real, mas quando as máquinas são importadas é em dólares americanos.
Os preços de maquinaria de fazenda e equipamentos entregues e vendidos no Oeste da Bahia tendem a ser de alguma forma mais baixos que os preços dos Estados Unidos, até para máquinas idênticas. Um negociante local que vende uma marca americana declara que a estratégia de preços é ganhar penetração no mercado. Os preços de pedidos a partir Abril de 2001 (US$1,00 = R$2,10) e Dezembro de 2001 (US$1,00 = R$2,40) para uma amostra de alguns equipamentos vendido no Oeste da Bahia estão mostrados abaixo. Preços de pedidos são baseados na compra à crédito. Para vendas cash (à vista) os preços são mais baixos.