Viver e Cultivar no Oeste da Bahia

A maioria das famílias da fazenda que se assentaram no Oeste da Bahia são descendentes de imigrantes vindos da Alemanha, do Norte da Itália e Japão, dos estados do sul do Brasil : do Rio Grande e Paraná.

Há cerca de 900 famílias com fazendas na região e há um forte senso de comunidade. Eles cooperam na construção e na manutenção das estradas das fazendas e se juntam nos dias de campo agrícola e em outros eventos da comunidade.

Viver na zona rural do Oeste da Bahia é semelhante a viver na zona rural dos Estados Unidos ou Canadá. Muitas famílias que exploram atividades agrícolas vivem em suas fazendas. As distâncias não são grandes ecas famílias com crianças em idade escolar freqüentemente vivem em Barreiras ou em Luis Eduardo Magalhães, para estar mais perto das escolas.
As propriedades rústicas são similares àqueles dos estados americanos do Cinturão de Trigo e de Milho. As fazendas têm uma casa do proprietário (foto à esquerda), mais instalações de moradia e de alimentação para trabalhadores. As fazendas sem energia elétrica usam geradores à diesel, mas linhas de energia estão sendo levadas para toda a região. Dentro de dois a três anos, a maioria das propriedades rústicas do Oeste da Bahia estarão servidas de energia elétrica.
Muitas propriedades rústicas têm instalações de manejo e armazenamento de grãos. Esta fazenda tem uma operação de limpeza e ensacamento de grãos. Todo o arroz e o feijão comestível produzidos na fazenda são limpados e empacotados para acrescentar valor, e então transportados para o mercado, pelos próprios proprietários das frotas de caminhões.
A maioria das fazendas têm grandes galpões de máquinas e de equipamentos e muitas têm completas lojas de fazenda. Maiores fazendas freqüentemente empregam uma equipe de mecânicos habilitados e especialistas em mecânica para manter e prestar serviço nos equipamentos. Durante períodos sazonais, os tratores são dirigidos dia e noite. É comum para os tratores acumularem 2.500 horas ou mais por ano.
Vida Urbana

Barreiras é a principal cidade e centro econômico do Oeste da Bahia. Ela tem boas escolas, clínicas, hospitais e o setor privado fornece uma completa opção de serviços.

Todas os maiores fabricantes de equipamentos e de maquinaria têm distribuidores ou representantes em Barreiras e em Luis Eduardo Magalhães. Fornecedores de insumos tais como adubos químicos, produtos químicos agrícolas e combustível estão também bem representados.

O centro de Barreiras (veja foto) se agita com energia. Ele tem um grande mercado de fazendeiros aberto diariamente, exceto Domingo, e muitos supermercados. Centenas de lojas vendem roupas, ferramentas, mobília, telefones celulares, sistemas de TV por satélite e outros itens de consumo.

O centro de Barreiras é também o núcleo de muitos escritórios profissionais -- advogados, doutores, dentistas, consutores agrícolas e etc.

As casas urbanas no Oeste da Bahia são confortáveis e modernas. Novas casas de quatro quartos, e três banheiros, com 300 a 350 metros quadrados (3.000 a 3.500 pés quadrados) estão disponíveis por US$100,000 a US$125,000.
As residências na foto acima e à esquerda estão em Luis Eduardo Magalhães, uma pequena mas velozmente em crescimento cidade de 90 quilômetros a oeste de Barreiras.

As residências não têm ou precisam de sistemas de aquecimento, e poucas residências têm ou precisam de ar condicionado. Residências com TV por satélite tem acesso aos mais importantes canais brasileiros, norte americanos, europeus e internacionais.




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