As Tecnologias e os Sistemas de Produção no Oeste da Bahia
Grandes e imensas fazendas usando modernas tecnologias mecânicas, químicas e biológicas dominam a agricultura comercial dos cerrados. É comum as fazendas se excederem a 2.000 ha (5.000 acres), e muitas fazendas cultivarem mais que 25.000 ha (62.000 acres).
A agricultura é completamente mecanizada. A maquinaria e os equipamentos usados são similares ou idênticos àqueles da agricultura de grãos de larga escala na América do Norte. As características do clima e do solo favorecem ininterruptas operações de campo que são raramente atrasadas pelo clima. O plantio é feito após as primeiras chuvas de Outubro, e a colheita começa no início da estação de seca em Março e Abril.
Os produtores de soja que cultivam a terra iniciaram o cultivo a 3 anos ou mais, e usando recomendadas tecnologias, esperam produção de 55 sacos/ha em Abril de 2000. A produção de milho em terras de sequeiro varia de 110 a 140 sacos por ha (105 a 130 Alqueires/Acre). O milho é um novo produto agrícola para a região do Oeste da Bahia e a produção está baixa mas crescendo com novas variedades e melhor fertilização do solo. A produção de algodão em terras de sequeiro na terra cultivada por vários anos fica entre 235 até tão alta quanto 400 arrobas de algodão em semente por ha (1.340 a 2.280 libras/acre de algodão em pluma). O algodão é um novo produto agrícola para o Oeste da Bahia e os produtores estão aprendendo mais sobre como produzi-lo a cada ano.
O café é também um novo produto agrícola para o Oeste da Bahia. Produzido sob o pivô de irrigação, a produção do café da região está entre as mais altas do mundo. A qualidade é excepcionalmente boa e muitos lavradores da área estão produzindo café fino -- um café especializado que custa de dois a três vezes o preço de mercado para venda do café. Veja Lavoura do Café para mais detalhes sobre a produção de café irrigado no Oeste da Bahia.
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