| Acessos e Estradas
Há milhares de quilômetros de estradas pavimentadas nas fronteiras do cerrado, mas há necessidade de dezenas ou centenas a mais.Os cerrados são tão imensos e de tão grandes distâncias que levará anos para as construções de estradas e as melhorias atenderem as necessidades. Nesse meio tempo, a maior parte da terra do cerrado será acessada via estradas não pavimentadas. As condições das estradas não pavimentadas no Oeste da Bahia estão longe de ser boas. Enquanto estradas não pavimentadas são transitáveis durante o ano, a estação de chuva faz necessário veículos de tração nas quatro rodas. Com 1.100 a 1.800 mm de chuva caindo durante os seis meses da estação chuvosa, a manutenção de estradas com lama é um desafio. O cultivo em terras de sequeiro é relativamente afetado por estradas pobres. A plantação ocorre no início das estações chuvosas quando as estradas estão em boa condições. As colheitas começam no início da estação secas, quando as estradas podem ser melhor mantidas. Os ciclos de agricultura irrigada não são ligados às estações de chuva ou de seca. As colheitas devem ocorrer quando as estradas da estação chuvosa estiverem pobres. As pobres condições das estradas atrasam o transporte das colheitas, mas raramente param o transporte. Algumas das principais fazendas irrigadas bem sucedidas no Oeste da Bahia são localizadas a mais de 60 Km das estradas pavimentadas. As estradas pobres atrasam o transporte de matérias primas e das colheitas, mas as estradas pobres não tem retardado o contínuo avanço da lucrativa agricultura do cerrado.
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